quarta-feira, 22 de agosto de 2012

O engano

Descobri que não tem “outro” que me preencha.
O vazio meu é só meu.
E eu tenho que aprender a conviver com ele.
Acontece que ás vezes dói,
aí é mais fácil encher com o "outro".




quinta-feira, 16 de agosto de 2012


Sinto um frio no meu corpo todo que não cabe em mim.
Como se eu ainda estivesse submersa estando fora d água...
Estaria eu, então, submersa?

terça-feira, 7 de agosto de 2012


Ela estava ao lado dele.
E o coração dela se enchia.
Completava – como se isso fosse possível.
Não precisava de mais nada.
Sim, precisava.
Ele estar com ela.




domingo, 8 de julho de 2012



Não adianta, os sábados me deprimem.
Tenho vontade de entrar embaixo de um cobertor não ver e não falar com ninguém.
Até o dia terminar.
Meu coração anda apertado,
E vou enganando ele bem,
Mas quando chega dia de sábado,
Fica difícil de agüentar.

quinta-feira, 5 de julho de 2012



Interrogações misturadas com certezas.
Quero ser feliz. Não sei como.
Mas já sei bem o que não devo fazer.
Não, não vou mais fazer sofrer.
Definitivamente não.
O local aqui não é da certeza, mas é da leveza.
Da luz, da tranqüilidade intensa.
Do riso cúmplice.
Sem entremeios.
Certeiros em sua compliquez.
Ahhhh como quero ser feliz outra vez.

"O meu samba vai curar teu abandono
O meu samba vai te acordar do sono
Meu samba não quer ver você tão triste
Meu samba vai curar a dor que existe
Meu samba vai fazer ela dançar
É o samba certo pra você cantar

O meu samba é de vida e não de morte
Meu samba vem pra cá e traz a sorte
E celebra tudo o que é bonito
Meu samba não despreza o esquisito
Meu Samba vai tocar no infinito
Meu Samba é de bossa e não de grito

Meu Samba, defendi com alegria
Deixe que a noite vadia
Vai saber lhe coroar
Deixo entregue aos bambas de verdade
Que estão nos morros da cidade
Peço a benção pra passar
Deixo entregue aos bambas de verdade
Que estão nos morros da cidade
Peço a benção pra passar"
Maria Rita

sábado, 30 de junho de 2012


Do tempo de não se ter nenhum controle.
A minha dor cai a conta gotas.
Cada gota rasga, corrói. Mas é somente uma. Eu suporto.
Os sonhos berram e me tiram de mim. Acordo. Alívio.
Feliz dos meus pesadelos não serem mais reais.
Livre.
Mundo que esgana. Gente que emaranha em si.
Respiro. Choro. Lágrimas correm e arrebentam, caem lentamente.
Então, suporto.

sexta-feira, 15 de junho de 2012





Com saudades.
Sem atitudes.
Chega.
Espera, torce! Quem sabe...