segunda-feira, 24 de janeiro de 2011



Eu não sei de nada.
Não sei se acredito – Posto que já acreditei demais.
Só sei que gosto da tua barba desnudando as minhas costas,
Do jeito que me cheira,
Do teu cheiro impregnado em meu corpo,
Do nosso cheiro espalhado nos cômodos,
Da felicidade trivial,
Dos teus pés indo de encontro aos meus,
Do seu sorriso junto ao meu,
De nós dois.

12 comentários:

Zil Mar disse...

Oi Carol...obrigada pela visita...

Belo poema...sensual...gostoso de ler....

bjos e bom inicio de semana!



Zil

meus instantes e momentos disse...

tenha uma ótima semana.
Maurizio

Ives disse...

Acreditamos, e td se torna "real"! lindo aqui, abraços

S* disse...

A proximidade amante... gosto.

Shuzy disse...

Esse soa a cumplicidade...
Lindo

(*=

Secreta disse...

Saberes que gostas de tudo isso... é quanto basta.
Beijito.

Fred Caju disse...

Gosto da sua delicadeza e sensualidade.

"Raquel Curiel" disse...

Eu queria gostar de tudo isso tbém... Acho que no fundo até gosto... Acho não, tenho certeza...

O que não gosto é de estar apática e quase que invencível aos carinhos dele...

Que ódio de mim...

R. Sant'Anna disse...

Lindo Lindo Lindo
!

Secreta disse...

Que tenhas um bom fim de semana.

Ira Buscacio disse...

Carolzinha,
Esse é o gostar de gostar.
Um fds bem bacana, bjs

A.S. disse...

Belo e sensual... cada palavra é uma doce caricia...


Beijos,
AL